Postagem realizada em: 19/04/2009 às 18:08:26 - Última atualização em: 30/11/-0001 às 00:00:00
Autor: Rodrigo Nogueira Costa da Silva
Universidade de São Paulo
Escola de Comunicações e Artes
Centro de Biblioteconomia e Documentação
Escola de Comunicações e Artes
Centro de Biblioteconomia e Documentação
Proposta de atividade: comentários sobre o seminário do período matutino acerca de bases de dados estatísticos e numéricos, apresentado em 13 de abril de 2009
O seminário sobre bases de dados estatísticos e numéricos, apresentado pelos colegas Maria Cristina e Daniel, abordou o tema desde sua conceituação até análise em bases reais tanto nacionais quanto internacionais, ressaltando a importância desse recurso informacional.
Destacou-se a relevância destas bases como fonte de indicadores úteis a diversas finalidades, desde a simples averiguação de determinada taxa ou índice até a utilização dos mesmos para a tomada de decisões no âmbito das organizações e também como instrumentos que permitem revelar tendências em diversas áreas.
Pôde-se observar em muitas das bases apresentadas uma interface amigável no que se refere à forma de apresentação dos dados, priorizando sua visualização por meio de gráficos. A representação gráfica de determinado estudo ou distribuição de freqüências consegue facilitar a interpretação de um levantamento ou estudo estatística, mais do que se essa representação fosse feita apenas pela distribuição desses dados em tabelas.
Discutiu-se também a questão da fidedignidade dos dados estatísticos e numéricos oferecidos, a qual está relacionada à instituição que realizou o levantamento e o processamento dos dados para determinado fim, adotando para isso uma metodologia específica. Neste aspecto, pode-se afirmar que diferentes metodologias de coleta e análise de dados podem produzir resultados distintos, mesmo quando se estuda o mesmo fenômeno. Desta forma é que muitas instituições apresentam resultados às vezes aparentemente divergentes a respeito de um mesmo acontecimento ou fenômeno. A essa divergência não se deve uma avaliação de qual delas está certa ou errada, mas sim a averiguação da metodologia utilizada na coleta e análise dos dados e verificação de qual viés se pretendeu priorizar.
O seminário sobre bases de dados estatísticos e numéricos, apresentado pelos colegas Maria Cristina e Daniel, abordou o tema desde sua conceituação até análise em bases reais tanto nacionais quanto internacionais, ressaltando a importância desse recurso informacional.
Destacou-se a relevância destas bases como fonte de indicadores úteis a diversas finalidades, desde a simples averiguação de determinada taxa ou índice até a utilização dos mesmos para a tomada de decisões no âmbito das organizações e também como instrumentos que permitem revelar tendências em diversas áreas.
Pôde-se observar em muitas das bases apresentadas uma interface amigável no que se refere à forma de apresentação dos dados, priorizando sua visualização por meio de gráficos. A representação gráfica de determinado estudo ou distribuição de freqüências consegue facilitar a interpretação de um levantamento ou estudo estatística, mais do que se essa representação fosse feita apenas pela distribuição desses dados em tabelas.
Discutiu-se também a questão da fidedignidade dos dados estatísticos e numéricos oferecidos, a qual está relacionada à instituição que realizou o levantamento e o processamento dos dados para determinado fim, adotando para isso uma metodologia específica. Neste aspecto, pode-se afirmar que diferentes metodologias de coleta e análise de dados podem produzir resultados distintos, mesmo quando se estuda o mesmo fenômeno. Desta forma é que muitas instituições apresentam resultados às vezes aparentemente divergentes a respeito de um mesmo acontecimento ou fenômeno. A essa divergência não se deve uma avaliação de qual delas está certa ou errada, mas sim a averiguação da metodologia utilizada na coleta e análise dos dados e verificação de qual viés se pretendeu priorizar.