Comentários dos textos apresentados nos seminários de turmas anteriores de Recursos Informacionais 1


Escola de Comunicações e Artes/ Universidade de São Paulo – USP
Disciplina: Recursos Informacionais 2 – matutino
Profª. Drª. Brasilina Passarelli
Aluna: Graziela Helena Jackyman de Oliveira – n° USP: 3497525
1° semestre/2009

                                                      

                                         Atividade 1

          Para comentar alguns dos textos apresentados nos seminários de turmas anteriores da disciplina Recursos Informacionais 1, visando uma revisão dos temas abordados na mesma, fiz uma busca nos trabalhos postados no portal Nexus, restringindo minha pesquisa aos arquivos de atividades coletivas do período matutino, publicados durante o curso de Recursos Informacionais 1, preferindo arquivos de texto às apresentações de slides (quando havia opção de escolha), e agrupei os comentários pelos temas dos seminários.

Observações: Acessei os textos postados em arquivos, mas, quando não os encontrei anexados, fiz a leitura de textos postados diretamente na página. Alguns foram postados por nomes de grupos ou pelos nomes de seus autores - citei todas as formas em que apareceram.


1. Literatura Cinzenta

1.1 Texto do trio formado por Carla César, Lívia Lopes e Susana Cattani.

Esse foi o único texto sobre o tema que consegui acessar – o do grupo “Tem Gente” está inacessível. Estava postado diretamente na página, e não em anexo.
 Segundo o grupo, a literatura cinzenta é a que não está impressa e que não se enquadra nos moldes convencionais de documentos, além de ter circulação restrita, o que torna mais difícil sua recuperação. Geralmente está ligada à área científica e torna-se uma boa forma de diálogo entre pesquisadores, por ser uma forma de comunicação mais informal e geralmente fechada a um determinado grupo de pessoas. O grupo citou algumas instituições que organizam esse tipo de literatura, como National Technical Information Services (NTIS), University Microfilmes International (UMI), Institute for Scientific Information (ISI), System for Information on Grey literature in Europe (SIGLE) e a Base de Literatura Cinzenta (BLC), em desenvolvimento, “que tem como suporte o Núcleo de Pesquisa de Produção Cientifica (NPC), sediado no Departamento de Biblioteconomia e Documentação da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (CBD/ECA/USP)” O grupo apresentou também alguns exemplos desse tipo de literatura, expondo suas informações em fichas.
 Achei o texto bem didático e conciso, trazendo as informações essenciais sobre o tema literatura cinzenta, além de exemplos ilustrativos e definições dos tipos de documentos que a compõem: teses, dissertações, pré-print, anuário, documentos oficiais e patentes.


2. Dicionários e enciclopédias

2.1. Texto da dupla “Lazy generation”, formada por Alline M. da Fonseca e Clarissa G. Eleutério.

 Apresentado em slides, o texto trouxe vários conceitos sobre esses dois tipos de materiais, apresentando um breve histórico de cada um e curiosidades, além dos tipos e características (propósito, formas de organização, etc.), com detalhes. Apresentou 7 exemplos de dicionários e 4 de enciclopédias, apresentando suas características básicas e conteúdos.

2.2 Texto do grupo “Bibliotecárias”, formado por Eduardo Abreu, Lílian Viana, Mariana Queiroz e Vanessa Melo de Carvalho.

 Esse trabalho foi o mais formal dos apresentados sobre esse tema, numa estrutura de trabalho acadêmico. Apresentou inicialmente o contexto em que esses dois tipos de materiais se inserem (obras de referência), para depois apresentar cada um com sua história e particularidades (incluindo citações relacionadas ao tema), brevemente, e, ao final, fichas com 2 exemplos de cada, apresentando suas características básicas e conteúdos. Ao final apresentaram as considerações finais do grupo, ressaltando a importância desses materiais ao processo de aprendizagem, por serem fontes de pesquisa muito usadas no meio escolar.

2.3 Grupo “b2005”, formado por Olívia Sanches e Paula A. Macedo.

 Apresenta brevemente os dicionários e enciclopédias, passando pela história e pelas definições e características desses materiais, finalizando as apresentações com 5 exemplos detalhados de cada, em fichas que apresentaram suas características básicas e conteúdos. Citaram muitos títulos para apresentar cada material, o que ajudou a ilustrar a diversidade de temas de cada um.


3. Diretórios

3.1 Texto de autoria do grupo “Mariposa”, formado por Eliane Missumi, Lucia Miyuki Higa e Sandra Cardoso.

 Apresenta o conceito de “diretório” como fonte de informações, gerada por instituições, para listar pessoas, instituições ou organizações que tenham características semelhantes, organizadas alfabetica ou sistematicamente. Relaciona o termo a “cadastros” e “guias”, ressaltando que os últimos não trazem dados sobre estruturas administrativas das instituições por eles citadas. Aborda também o conceito de “organização”, depois relacionando-o ao de “informação”, e exemplificando os tipos de organizações: comerciais, educacionais, governamentais, etc. Ao final traz 6 exemplos de diretórios, de diferentes tipos de organização, além de comparar “diretório” e “catálogo”.

3.2 Texto do grupo “Doralice”, formado por Marcela Mores e Mariana Garcia.

 Apresentou-se os diretórios por seus tipos e funções, e depois suas formas de organização, brevemente. Trazem 5 exemplos ao final, com as características de cada escolhido. Por ser uma apresentação de slides, é bem objetiva.


4. Controle bibliográfico e bibliografias

4.1 Texto do trio “Sem noção”, formado por Adalto Brandão Uchoa, Fábio Mutsuo Hasegawa e Rafael Ribeiro Rocha.
 

O texto desse grupo trouxe a apresentação dos conceitos e características essenciais quanto ao tema, de forma sucinta.
O “controle bibliográfico” foi apresentado historicamente, expondo que desde a pequena produção bibliográfica até a intensa produção de livros e outros suportes, o que tornou o controle mais difícil e complexo. O Controle Bibliográfico Universal (CBU) foi apresentado na seqüência, por seus níveis de controle,  importância e funcionamento, ressaltando a relevância de uma biblioteca nacional para controlar o depósito legal e a bibliografia produzida em cada país. Também foram apresentadas a catalogação na fonte, a bibliografia comercial e as normas para descrição bibliográfica, a fim de universalizar um padrão de representação para os documentos, e a identificação numérica, que particulariza cada publicação. Citou-se também as bibliografias, expondo suas características, e ao final, apresentaram-se 4 exemplos de livros em fichas.

4.2 Texto da dupla Íris e Sheyla.

 Assim como o do grupo anterior, o texto apresentou historicamente o desenvolvimento e a importância do tema, mas trazendo os conceitos de controle descritivo e exploratório, que eu desconhecia. Os outros temas citados pelo outro grupo também foram incluídos, mas de forma mais concisa e objetiva. Ao final, apresentaram-se 5 exemplos de livros em fichas.

4.3 Texto do grupo “Informadores”, formado por Leonardo Assis, Marciléia A. de Paula e Maria Cristina S. Barrios.

Foi o texto mais detalhado sobre esse tema, apresentado em slides, dando grande destaque para a apresentação histórica do tema (com eventos, inclusive), além de citações e conceitos como os de acessibilidade física e bibliográfica. Ao final, apresentaram 6 exemplos de livros, levantando seus aspectos, incluindo imagens dos mesmos.


5. Almanaques e fontes de dados estatísticos e geográficos

5.1 Texto da dupla formada por Kelly Kazue Shinoda e Daniel de Oliveira Costa.

 Foi o único texto que encontrei em arquivo sobre os temas citados.
 Apresentaram definições e exemplos de fontes de dados estatísticos (censos/recenseamentos; anuários, boletins, estudos e sinopses estatísticas; relatórios anuais; bases de dados; almanaques) e geográficos (dicionários, atlas, globos terrestres, guias de viagens, glossários, enciclopédias, textos-padrão, diretórios, publicações seriadas, além de mapas topográficos, geográficos e especiais), trazendo ao final exemplos, com as informações particulares à cada fonte em fichas.

Considerei bastante completo, trazendo inclusive informações históricas e citações sobre os tipos de materiais, o que revelou que a dupla fez uma pesquisa bem completa (a bibliografia citada revelou que diversas fontes foram usadas). Os seis exemplos foram sucintos, mas trouxeram as informações mais importantes de cada material analisado.


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