Postagem realizada em: 26/04/2008 às 16:18:44 - Última atualização em: 30/11/-0001 às 00:00:00
Autor: Aline Laura Nascimento Tavella
SEMINÁRIO SOBRE BASES DE DADOS NUMÉRICAS
Anderson iniciou com a conceituação de "dado", de "registro" e de "banco de dados". Definindo:
dado - porção autônoma de informação
registro - composto de elementos de dados
banco de dados - conjunto de dados inter-relacionados, organizados de forma a permitir a recuperação da informação.
Ele também fez uma retrospectiva histórica de como os povos utilizaram os números no cotidiano de suas vidas, o que foi um ponto muito interessante de ser abordado.
Dada a introdução sobre o tema e sua conceituação, se partiu para os exemplos escolhidos: dois nacionais e um internacional. Os exemplos foram: os sites da Fundação SEADE (Sistema Estadual de Análise de Dados); do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e da ONU (Organização das Nações Unidas).
O primeiro exemplo citado, a Fundação SEADE, se explicitou seu caráter, objetivos, procedência, cobertura e a importância da sua existência. Mostrou-se que contém informações, levantamentos, gráficos, mapas e tabelas (considerados informações primárias), e estudos avançados (informações secundárias), sendo que a base atua como referência não só no estado de SP, como também em quase todo o país para alguns temas.
O segundo exemplo foi a base de dados do IBGE que tem como objetivo disponibilizar dados socioeconômicos em âmbito nacional.
O terceiro e último exemplo foi o site da ONU, um banco de dados que possui diversas bases de dados. Foi dada especial atenção para a MBS (Monthly Bulletin of Statistics) que possui informações econômicas e sociais mundiais.
A principal importância nas bases de dados numéricas é a possibilidade de cruzar dados que são cruciais em temas transversais. É enriquecedor para quem trabalha com temas das humanidades o uso das três bases acima citadas.