Comentário sobre o seminário de “Bases de Dados Numéricos”

 

            No seminário, a aluna Ivânia apresentou um breve histórico sobre as bases de dados, assim como cada um de seus tipos, especificando as bases de dados numéricos, que eram o foco da apresentação.

            A aluna analisou bases de dados numéricos nacionais e internacionais. Entre as nacionais destacam-se as bases das seguintes instituições:

- IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que se trata de um grande portal que fornece dados demográficos, de agricultura, do produto interno bruto e outras informações sobre o país;

- EDUDATABRASIL (Sistema de Estatísticas Educacionais) que é um instrumento de divulgação dos dados educacionais (públicos e particulares) tratados pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira);

- SEADE (Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados) que é vinculada à Secretaria de Economia e Planejamento do Governo do Estado de São Paulo;

- DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) que foi uma criação do movimento sindical brasileiro com o intuito de desenvolver pesquisas que fundamentassem as reivindicações dos trabalhadores.

            Dentre as bases de dados internacionais, destacam-se as seguintes: U. S. Census Bureau que é uma base de dados de análise demográfica e econômica dos Estados Unidos e a base da Organização das Nações Unidas (ONU).

            O trabalho foi bem desenvolvido e o interessante foi o destaque que a professora deu, no momento das análises das bases de dados, à importância das “interfaces amigáveis” para o auxílio no momento das buscas. Foi possível perceber que, dentre as bases de dados analisadas, algumas apresentam uma organização que nos ajuda a encontrar mais rápido as informações que estamos procurando. Em contrapartida, algumas bases não possuem essa organização “amigável” o que acaba prejudicando a recuperação da informação.

 

 

 


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