Jorge Luis Borges
Postagem realizada em: 25/04/2008 às 09:31:15 - Última atualização em: 30/11/-0001 às 00:00:00
Autor: Fabio Fernandes de Albuquerque
A apresentação de Anderson começou com uma boa explanação sobre os conceitos sobre dados, de registros e bem como a própria conceituação de um banco de dados.
Para elucidar a importância dos números (como a apresentação foi relacionada a base de dados numéricas) ao longo da história, Anderson fez breves comentários relatando as “experiências e usos” como os mais variados povos, desde a antiguidade, se valiam dos números.
Após esta peque amostra, partiu-se para uma bateria de testes e explicações sobre os três exemplos utilizados na apresentação: o sítio da Fundação SEADE (Sistema Estadual de Análise de Dados); do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e da ONU (Organização das Nações Unidas).
O primeiro caso, o da Fundação SEADE foi o mais bem explorado. Começou com a apresentação dos objetivos, procedência, cobertura e a importância da sua existência. Apresentando gráficos, mapas e tabelas, a base atua como base de dados referencial não só do Estado de São Paulo, mas com a cobertura de quase todo nosso país.O próximo exemplo foi a base de dados do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, com propósito de oferecer também informações sócioeconômicas, mas em escala prioritariamente nacional. Por último o banco de dados com as diversas bases de dados da ONU - Organizações das nações Unidas em especial a MBS - Monthly Bulletin of Statistics que trata informações econômicas e sociais em escala mundial.
O mais interessante foi notar que é possível criar pesquisas no momento da navegação com os dados que julgarmos pertinentes ao momento, cruzando registros e dados segundo os objetivos do indicador que se quer estabelecer para embasar a avaliação que se busca responder.
Com estes tipos de ferramentas, é possível realizar a leitura de dados, com a possibilidade de apresentar informações muito pertinentes e diretas sobre o assunto requerido.
Enfim, fica nítida a utilidade das bases de dados como uma ferramenta de armazenamento e subsídio para uma leitura estruturada dos dados, avaliação e, decisão de um administrador ou interventor acerca de determinado cenário.