Qual a base dos dados?
Postagem realizada em: 31/03/2008 às 22:19:17 - Última atualização em: 30/11/-0001 às 00:00:00
Autor: Alan Goncalves de Sousa
Comentários Bases de Dados Referenciais – Catalográficas/Bibliográficas - Seminário 31/03
O grupo inicia seu trabalho com um breve vídeo Sobre Paul Otlet, mostrando seu aspecto visionário no que se refere à documentação (idéia da enciclopédia coletiva) e a origem da internet. Fez uma explanação histórica: do “ábaco à segunda guerra mundial”, as gerações de computadores: da primeira até a sexta geração com uma linha do tempo do século XX.
O grupo fez uma tabela de análise para todas as bases de dados facilitando a explanação no seminário. objetivos, busca de informações, métodos de seleção, etc. Critérios de avaliação: conteúdo, grau de exatidão e precisão, alcance/cobertura, atualização/consistência, distribuidor.
Tratou sobre as bases de referência bibliográfica e catalográficas. As bibliográficas contêm registros estruturados e as catalográficas referenciam o acervo de monografias, livros, etc.
O grupo trabalhou em torno do Sistema de Gestão de Base de Dados (SGBD), sua funcionalidade, vantagens para a cooperação e pesquisa mais precisa; recuperação. Quanto as estratégias de busca o grupo foi claro e direto, tratou sobre termos de descritores, operadores e os resultados: O que queremos, o que falta do que queremos e o que sobra do que queremos?
Falou sobre as bases de dados nacionais: BLC-E-CI - em literatura cinzenta (cbd-eca-usp) e LICI - literatura em ciência da informação (IBICT) como fruto a bibliografia brasileira em ciência da informação; Internacionais: Embase - Elsevier Scientific Publications de Amsterdã que conta com 3500 títulos de periódicos nas áreas de biomédicas básicas, biotecnologia, engenharia biomédica, etc. ERIC - área educação, Instituto de educação do governo federal dos E.U.A., OPAS pela Bireme, Life Science Collection em cd rom, Lilacs, Medline, Sociofile em cd –rom e Wholes
A Avaliação de cada base englobou os seguintes aspectos: cobertura, tipo, atualidade, saída, linguagem de indexação, custo, documentação e instrumentos auxiliares de busca e hospedeiro.
Para finalizar o grupo trabalhou sobre as bases de diretórios que cobre pesquisadores, instituições, etc.
O seminário de modo geral foi muito extenso, com muita leitura de telas prejudicando o aspecto pedagógico, por outro lado pôde trazer muita informação sobre as bases de dados demonstrando sua importância por pesquisas em geral o que teria que ser novamente estudado e observado com mais tranqüilidade. Com o seminário foi possível perceber a disparidade entre Brasil e países estrangeiros no que diz respeito ao acúmulo de informação, incentivo à pesquisa e quantidade de bases de dados, inclusive salientando o fato de uma base de dados de uma universidade pública (UNICAMP) estar fora do ar desde o ano passado.
Apesar de extenso o seminário cobriu bem o tema em questão e pôde contribuir para o conhecimento dessas bases e posteriormente como essas, em sua maioria, são ligadas a questões de poder econômico, grandes empresas, áreas da ciência que acabam obtendo mais incentivos do que outras.