A internet das coisas


Na sexta aula de Recursos Informacionais II tivemos uma palestra do Prof. Dr. Alan Angeluci, intitulada “Das bases de dados à ciência de dados: Iot, Big Data, Inteligência Artificial e Ciência de Dados”, a apresentação foi muito rica em conteúdo e apontamentos, Angeluci (2022) permeou por tópicos relacionados ao Walled Garden, à economia da atenção, social data, mineração dos dados, internet das coisas, big data e etc. Para a postagem da semana, a Profa. Dra. Brasilina Passarelli solicitou que os estudantes pensassem em algum dos tópicos apresentados durante a palestra, sendo assim, a seguir teremos alguns apontamentos sobre a internet das coisas.

O termo internet das coisas (tradução de Internet of Things) foi cunhado em 1999 pelo pesquisador britânico do MIT Kevin Ashton, a partir de um trabalho do estudioso que era um sistema de sensores onipresentes que conectava o mundo físico à internet, então, podemos entender a internet das coisas como objetos que possuem a habilidade de reunir e transmitir dados dentro de redes, como se fosse um extensão da internet que auxilia as pessoas a se conectarem e se comunicarem a partir de objetos do cotidiano.

Com os avanços tecnológicos estamos cada vez mais utilizando a internet das coisas, dentro de casa com as smart tvs, geladeiras inteligentes e smartwashes; e também em outros ambientes, como por exemplo em hospitais, onde a internet das coisas pode ser usada para a otimizar o tempo de atendimento a partir da conexão do prontuário do paciente com as alterações em seu estado clínico.

Para isso, o objeto precisa ser equipado com mecanismos que possibilite a conexão com o Wifi ou com a internet móvel, como o 4G e o 5G. Sobre isso, podemos mencionar que o 5G permite uma maior integralidade entre os dados dos objetos, de maneira ainda estável e rápido, sendo assim, podemos entender que chegada do 5G no Brasil e suas relações com a internet das coisas também simboliza a mudança no cotidiano das pessoas, bem como também alguns avanços em àreas como a saúde, mencionada anteriormente.

Um outro ponto exposto pelo Prof. Dr. Alan Angeluci, e também comentado pela Profa. Dra. Brasilina Passarelli, é o da privacidade e segurança nessa nova configuração que está sendo criada com a internet das coisas. Diversas informações sobre as pessoas são coletadas durante o uso da internet das coisas, então abre em discussão o que serão feitos com esses dados, e se os usuários possuem ou não conhecimentos sobre quais dados estão sendo coletados e seus usos. Esses dados podem ser utilizados por algumas empresas para o envio de emails indesejados de propagandas, ou aqueles anúncios que aparecem no canto das telas, ou nas mídias sociais, mas esses dados também podem ser usados para crimes ainda mais graves, como por exemplo o uso de dados pessoais para a aplicação de golpes. 

Ainda há muitos pareceres apresentados durante a palestra e sobre a temática da internet das coisas que mereciam ser destacados, porém abordaremos as temáticas mais adiante durantes as apresentações dos seminários, logo, esse post é apenas os primeiros apontamentos que serão aprofundados nas próximas postagens.

 

Referências Bibliográficas

ANGELUCI, A. Das bases de dados à ciência de dados. Apresentação em power point, Nexus, 2022. Disponível em: https://nexus.neoedu.com.br/files/Das%20Bases%20de%20Dados%20%C3%A0%20Ci%C3%AAncia%20de%20Dados_%20IoT%2C%20Big%20Data%2C%20Intelig%C3%AAncia%20Artificial%20e%20Ci%C3%AAncia%20de%20Dados_ALAN_ANGELUCI.pdf. Acesso em: 02 mai. 2022

 

CARVALHO, C. Internet das coisas: entenda o que é e como funciona. Tecmundo, [S.l], 2021. Disponível em: https://www.tecmundo.com.br/internet/230884-internet-coisas-entenda-funciona.htm. Acesso em: 02 mai. 2022.


Internet das coisas. Wikipédia, [S.l], 2022. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Internet_das_coisas. Acesso em: 02 mai. 2022.


© 2017 - 2026 by NeoCyber.