Tarefa Resenhas 21/03/2022
Postagem realizada em: 24/03/2022 às 00:05:31 - Última atualização em: 24/03/2022 às 00:05:39
Autor: Gabriel Alves
Universidade de São Paulo – USP
Escola de Comunicação e Artes – ECA
Departamento de Informação e Cultura – CBD
Recursos Informacionais II (2022)
Gabriel Piscitelli Alves - Nº USP 11760166
Resenha: Guia de Fontes Secundárias.
O guia analisado é o Guia de Fontes Secundárias: Estudos Marxistas. Feito por Juliana Marques e Fernanda Inayá para a disciplina Recursos Informacionais I, de 2021. Turno: Noturno.
O guia com 26 páginas, têm os objetivos de reunir de forma sistemática para a busca de diversas fontes secundárias de pesquisa no campo de estudos marxistas, explicar o que são fontes secundárias e quais são os objetivos dela.
Apresenta o público alvo do guia, sendo para um nicho de interesse, usuários interessados em ter contato ou se aprofundar em obras marxianas, otimizando o processo de busca ao reunir obras e repositório virtuais em uma única plataforma.
São apresentados blogs e repositórios virtuais de obras marxistas de diversos intelectuais, líderes e revolucionários importantes no meio marxista. Posteriormente, é apresentado diversas obras para reflexão e interpretação do pensamento marxista.
Por fim, é apresentado considerações finais sobre o guia, onde afirmam que há uma carência na presença de fontes de informação secundárias que reúnam conteúdos marxistas, dando uma possível explicação, pelo arquétipo cultural do marxismo no imaginário social como um conteúdo inerentemente falho e de difícil compreensão, afastando possíveis consumidores da temática. Após as considerações finais, é apresentado 12 obras secundárias marxistas catalogadas e as referências bibliográficas utilizadas no guia.
Referências
SILVA, Juliana Marques da. MARTINS, Fernanda Inayá. Guia de Fontes Secundárias: Estudos Marxistas. Nexus 4.0, São Paulo, 2021. Disponível em: < https://nexus.neoedu.com.br/files/atividades/4155/phpbsHRua_61b1465cc4bf49_83972475.pdf>. Acesso em: 23 mar. 2022.
Resenha: “The First Computers were Human (and Mostly Women)”.
O vídeo começa apresentando que a não muito tempo atrás, os computadores eram pessoas, pessoas com talentos naturais com números, onde não apenas faziam cálculos e computação que as máquinas fazem atualmente para nós, mas também faziam o trabalho que levou a invenção do computador atual, com muitas contribuições no campo da ciência da computação passaram desapercebidas durante suas vidas por sua grande maioria ser mulheres.
É contado a história de Jean Bartik, uma das primeiras humanas computador a fazer um dos primeiros computadores digital funcionais. Numa área onde era dominado por homens, principalmente por causa do forte machismo presente na cultura Ocidental da época, a segunda guerra mundial acabou por dar oportunidades para mulheres, devido o trabalho que elas fariam ser consideradas trabalho de escritório, a maioria dos trabalhos relacionado a computação foram fornecidas as mulheres. As mulheres computador foram essenciais nos esforços de guerra, fornecendo precisão em tiros de artilharia com os computadores humanos utilizando tabelas de cálculos para ajudar.
Para concluir esses cálculos ainda mais rápido, John Mauchly e J. Prester Ekert tiveram a ideia de construir um computador eletrônico digital, que teoricamente poderia ser utilizado para calcular essas tabelas de tiro numa ordem e magnitude mais rápido que qualquer computador humano. A máquina era chamada de ENIAC, pesando 50 toneladas. A utilização desses computadores que precisam de muito manuseio e manutenção humana, assim, esse papel acabou sendo ocupado pelas mesmas mulheres que eram utilizadas como computador humano.
Após a segunda guerra mundial, essas máquinas foram utilizadas para poder desenvolver uma das mais poderosas armas de guerra, a bomba de hidrogênio. Após acabar o projeto ENIAC, Jean Bartik foi ajudar a desenvolver a próxima geração de computadores digitais, mas pouco tempo depois sua carreira como programadora sofreu um impasse, com a área da computação crescendo e o pagamento se tornando mais lucrativo, os homens começaram a se interessar e ocuparam o lugar onde as mulheres foram pioneiras na área. Essas mulheres que além de serem trocadas por máquinas, também foram negadas de entrar numa área que elas mesmo ajudaram a construir.
A importância dessas mulheres foi apagada da história, fotos delas trabalhando nas máquinas foram desconsideradas, nunca foram devidamente reconhecidas e com isso a presença de mulheres na área da computação foi cada vez mais diminuindo devido a falta de oportunidades na área, por causa de uma lógica machista que pairava na sociedade.
Referências
The First Computers were Human (and Mostly Women). The Good Stuff. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=eE69LKO4dCQ>. Acesso em: 23 mar. 2022.