Do seminário sobre Fontes de Dados Estatísticos...
Postagem realizada em: 19/11/2021 às 20:57:57 - Última atualização em: 14/12/2021 às 19:54:53
Autor: Mª Clara da Silva
No dia 22 de novembro de 2021, o grupo composto por Brenda de Melo, André Sanches, Fernanda Inayá e Olivia Fonseca, nos apresentou seminário sobre “Fontes de Dados Estatísticos, Almanaques e Fontes de Dados Geográficos”.
Quanto ao que são as Fontes de Dados Estatísticos: tal categoria remete e compreende a necessidade informacional humana de levantamentos de dados (quantitativos ou qualitativos) que configurem sensos demográficos/econômicos/políticos e possam também satisfazer curiosidades sobre algum tema específico. As obras dos Dados Estatísticos divulgam as compilações dos levantamentos e são utilizados e requisitados em muitos meios, Administrativo e da Saúde, por exemplo. No Brasil, alguns dos produtores de dados estatísticos são o IBGE e o DataFolha. Entre os exemplos, há boletins, anuários, relatórios, sensos.
Sobre os Almanaques: “publicação de ampla circulação, promotora de leituras e escrita”, são coisa tal que compilam, sintetizam e divulgam de forma prática e recreativa informações científicas “úteis” e básicas ao público amplo que o utiliza. Suas publicações remontam o século XV. No Brasil, os almanaques chegaram por meio dos portugueses, sendo que os relacionados a farmácia eram os mais procurados. São fontes de informações com caráter histórico e amplo, voltados principalmente a população geral, rural, e a uma divulgação frequente não rebuscada, o que levantou a questão sobre não serem mantidos pelas instituições de preservação justamente por pertencerem a um público que seria ‘menos letrado’.
As fontes de dados geográficos remetem a recursos que contenham – numa abordagem humanidade-ambiente – informações sobre ambientes físicos da terra, dos oceanos, ou ainda de locais imaginários/de fantasia, e apontem quanto aos recursos naturais, a política, a economia, a sociedade e a história delimitada. Elas podem configurar-se em: mapas (gerais, topográficos e de base) e cartografias temáticas, atlas, cartas, diários relatando viagens e explorações, e até sites da Internet.
As fontes apresentadas são riquíssimas para organizar informações compiladas que ajudem a compreensão sobre localização espacial ou populacional, e historicamente tem participado intrinsecamente do desenvolvimento humano na gestão política, socioeconômica e também cultural.