Biblioteconomia e Python (05/07/21)


Com o encontro de hoje, guiado pela Profa. Brasilina, foi possível refletir sobre o campo da Biblioteconomia, as tecnologias emergentes, os tipos de mídia, a comunicação e também as linguagens de programação - dentre as quais figura a Python na postagem de hoje, cuja introdução está sendo pesquisada por mim.

Em 1989, no National Research Institute for Mathematics and Computer Sciente in Amsterdan, o holandês Guido Van Rossum, precisava de uma linguagem de alto nível para desempenhar suas atividades de pesquisa. Não encontrando uma que servisse ao seu propósito, desenvolveu a sua própria e a nomeou de "Python", em homenagem ao Monty Python (série britânica de humor). Essa linguagem foi lançada como multiparadigma, permitindo a programação tanto funcional quanto orientadora de objetos, em uma forma simples de comunicação com as máquinas. O projeto, inclusive, foi realizado em open source, tornando possível a colaboração de outros programadores e entusiastas e, atualmente, está em sua 10 versão, a Python 3.8 (2019). Com ela, alguns dos benefícios, segundo Santos (2020) são:

- desenvolvimento de softwares intuitivos

- open source

- aumento de produtividade

- curva de aprendizagem pequena

- ampla adoção e investimento no mercado

- linguagem multiplataforma

- variável na aplicação

- uma das melhores para o trabalho com machine learning. 

Levando em consideração o Big data, o volume grandioso de dados e a velocidade na qual ele é gerado, o Python pode ser tomado como uma ferramenta para o trabalho com esse volume, e está suscetível à adoção na área biblioteconômica, que trabalha com informação e, sucessivamente, dados. Essa linguagem parece ser recomendada para quem tem interesse a começar a programar, por sua precisão e simplicidade nos códigos, e também pela presença no mercado de trabalho. 


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