A Regente das Bases de Dados
Postagem realizada em: 29/04/2021 às 20:05:54
Autor: Cibele Carneiro
A Regente das Bases de Dados
A Prof. Dra. Elizabeth Adriana Duzdiak bibliotecária da Agência de Gestão da Informação Acadêmica da Universidade de São Paulo, uma profissional que tem responsabilidade com a informação, uma pessoa que passa credibilidade e é ligada com as tendências e as fontes de Bases de Dados, realizou uma palestra sobre: Introdução à Comunicação científica, Catálogos, Metabuscadores e Bases de Dados; Classificando a Ciência; Principais fontes de informação; Ciências da Saúde e Ciências Exatas e da Terra para os alunos da disciplina Recursos Informacionais II no dia 26 de abril de 2021.
Sendo uma curadora que tem o compromisso com a integridade ética metodológica de fornecer as melhores fontes para os pesquisadores, ela apresentou as Bases de Dados em Ciência da Saúde destacando a MEDLINE, que é a primeira base de dados na área da saúde que criou um vocabulário controlado utilizado até hoje e a SciFinder, plataforma de buscas por informações científicas e tecnológicas que tem tradição e são relevantes para chegar ao pesquisador; e, nas Bases de Dados Ciências Exatas e da Terra, o destaque fica para ACM Digital Library, que é uma base de dados muito cara e é à base de toda tecnologia, fundamental para o sistema, ela é extremamente importante, pois há desenvolvimentos constantes na área.
Todavia, neste percurso existem muitos desafios e responsabilidades para a bibliotecária como: aquisição de repositórios, esclarecimento para a universidade de como licenciar uma assinatura anual de determinadas bases de dados, pois ela tem que passar por várias estâncias, dar suporte aos pesquisadores, filtrar fontes de informação, ter um conhecimento sistemático e muitos outros engajamentos; e, a partir destes suportes, fica fácil navegar. Somente um profissional como o bibliotecário pode reger esta orquestra informacional em uma universidade que incentiva e valoriza a pesquisa, pois este é um universo em expansão que está no DNA da USP.