O grupo estruturou o seminário para primeiro explicar a forma geral dos dicionários e enciclopédias . Ambos são obras de referências -- ou seja, são obras formuladas por especialistas e que definem conceitos de certas áreas, portanto tem um alto grau de coinfiabilidade. Mais especificamente, os dicionários definem termos, enquanto as encicloédias definem termos, ideias e conceitos: ambos podem ser gerais ou tratarem de uma área específica do conhecimento.
Então o grupo partiu para uma explicação mais detalhada sobre os dicionários. Abordaram a história e especificidades. Os dicionários podem ser monolíngues, bilíngues ou multilíngues. Quanto à questão do tema, um bom exemplo de um dicionário geral são os escolares (Aurélio, por exemplo); já os especializados podem ser monotemáricos (somente um assunto) ou enciclopédicos (tratam de informações, bibliografias e também podem ser históricos). Alguns elementos essenciais dos dicionários são: definição, etimologia, grafia, pronúncia, uso da palavra, categorial gramatical, silabação, tradução, abreviatura e sinônimos.
Por fim, o grupo adentrou as enciclopédias: são obras que podem tratar o conhecimento por fragmentação em grandes áreas generalistas ou por subfragmentação em áreas específicas -- alguns exemplos de enciclopédias gerais são as enciclopédias infantis, a Barsa e a Enciclopédia Britânica. Constaram que o usuário padrão das enciclopédias busca obter informações sobre certo objeto de forma rápida e consultiva. Então trataram da história das enciclopédias. Ainda trouxeram as diferências na lógica destas obras em forma impressa e digital. Alguns elementos essenciais das enciclopédias são: referências, índices, material ilustrativo, corpo editorial, atualizações e informações complementares.