Atividade Avaliativa Camila Matutino - Seminários Anteriores - análise
Postagem realizada em: 02/10/2020 às 23:26:54 - Última atualização em: 03/10/2020 às 00:06:23
Autor: Camila Fernanda Ribeiro Rocha
Esta atividade avaliativa possui como objetivo averiguar aspectos das fontes de informação através da análise de seminários realizados no Curso de Biblioteconomia para disciplina de Recursos Informacionais I da Universidade de São Paulo em anos anteriores.
Mais especificamente serão colocados os principais pontos expostos nas apresentações com o tema Almanaques, Fontes de Dados Estatísticos e Fontes de Dados Geográficos apresentados nos anos de 2017, 2018 e 2019.
No primeiro ano citado, o seminário começou com uma introdução sobre o Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, pois este é uma referência no Brasil quando o assunto são fontes de dados Estatísticos e Geográficos.
Depois o grupo expôs a definição de Almanaque como uma publicação anual e como um instrumento que fala sobre o tempo e como este é medido e mostra como este édecorrido. Foram colocados três exemplos deste tipo de fontes de Informação: o Almanaque Publicitário idealizado por Monteiro Lobato, o Almanaque Jovem cidadão e o Whitaker's Almanack.
Após estas descrições citadas acima, eles colocaram uma definição geral de fontes de dados. Eles os consideraram objetos físicos que de alguma forma podem ser quantificados no formato de dados.
E continua-se sua descrição ao definir especificamente os Dados Estatísticos como compilações temáticas periódicas que possuem várias funcionalidades e citam a diferença entre os produtores deste tipo de fontes de informação e os classificam em públicos e privados.
Para encerrar este tema, foram expostos os seguintes exemplos desta tipologia de fontes informacionais: Anuários Estatísticos, Recenseamento Estatísticos, Bases de Dados; etc.
A exposição termina com a explicação de Fontes de dados Geográficos. O grupo definiu-as como informações especializadas e geograficamente localizadas. Como exemplos delas foram pontuados mapas, atlas, globos, guia de viagens; entre outros.
Já em 2018 houve uma perspectiva diferente. As bibliografias mudaram muito se comparadas ao ano anterior. Os seminários foram muito diferentes, tanto em ordenação como em conteúdo.
O grupo começou com a descrição das Fontes de Dados Estatísticos. Ele se utilizou de um exemplo prático através da análise de estudos feitos na Biblioteca da Faculdade de Administração e Economia da Universidade de São Paulo para definí-las. Foi uma abordagem diferente do assunto e que acrescentou uma perspectiva bem interessante sobre as estatísticas ao colocá-las como algo que faz parte do cotidiano das pessoas.
A exposição continua com a diferenciação dos órgãos que trabalham com fontes de dados estáticos. Eles foram classificados como públicos como os feitos IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) ou os feitos por instituições privadas como o Data Folha e o Ibope. Foi ainda colocado como exemplo de instituição internacional referência neste tipo de fonte de informação: a Divisão Estatística das Nações Unidas.
Em relação aos Almanaques eles os definem assim como no trabalho anterior como algo que tem vinculação com a passagem do tempo e que serve mais como referência histórica. Interessante foi a citação dos primeiros Almanaques do Brasil - o Almanaque Biotônico Fontoura e o Almanaque Rock.
As Fontes de Dados Geográficos foram expostas pelo grupo também através de exemplificações, porém em sua definição há um diferencial em relação ao ano anterior. Eles colocaram a importância e a relevância que este tipo de fonte de informação possibilita. Foram citados como exemplos delas os mapas, os atlas, os globos terrestres e os guias de viagens.
Em 2019 a exposição sem dúvidas foi mais completa se comparada nos anos anteriores. O grupo iniciou o seminário com a definição de Almanaque. Para ele, este é um livro montado com fragmentos de vários autores e que possui um gênero editorial de publicação. Deram ênfase aos seus exemplos de astronomia e navegação, mas também pontuaram outros tipos de Almanaques que podem ser encontrados no Brasil.
Em relação às Fontes de Dados Geográficos, o seminário seguiu o padrão dos anos anteriores. Deram uma definição mais abrangente delas se comparada aos anos anteriores através do dicionário Houaiss de 2001, que as colocam como instrumentos ligados às dimensões e localizações espaciais. Dão como exemplos delas texto-padrão (de nível introdutório), guia de viagens, glossários, diretórios, mapas, atlas e publicações seriadas, etc.
Em relação às Fontes de Estatísticos deram destaque para o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) como referência no Brasil de instituição que trabalha com este tipo de fonte de informação e os definem como os estudos realizados em período determinado que recompilam dados estatísticos. Encerram a exposição com exemplos delas e sua explicação em detalhes. Foram citados e destrichados os resenceamentos, os boletins estatísticos, os Anuários Estatísticos, relatórios anuais, bases de dados; etc.
Por fim, pode-se depreender da análise dos seminários feita que todos os grupos conseguiram explicitar o tema proposto com objetividade e principalmente com exemplos que tornaram mais fácil o entendimento das tipologias de fontes de informações escolhidas. Compreender os aspectos dos Almanaques, Fontes de Dados Estatísticos e Fontes de Dados Geográficos é algo fundamental para se compreender o mundo em que se vive e adquirir novos saberes.
REFERÊNCIAS
Seminários realizados no Curso de Biblioteconomia da Universidade de São Paulo para a disciplina de Recursos Informacionais I. Foram tomados como bases os seminários dos anos de 2017,2018 e 2019.