Atividade Avaliativa Camila Matutino - Seminários Anteriores - análise


Esta atividade avaliativa possui como objetivo averiguar aspectos das fontes de informação através da análise de seminários realizados no Curso de Biblioteconomia para disciplina de Recursos Informacionais I da Universidade de São Paulo em anos anteriores. 

Mais especificamente serão colocados os principais pontos expostos nas apresentações com o tema Almanaques, Fontes de Dados Estatísticos e Fontes de Dados Geográficos apresentados nos anos de  2017, 2018 e 2019. 

No primeiro ano citado, o seminário começou com uma introdução sobre o Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, pois este é uma referência no Brasil quando o assunto são fontes de dados Estatísticos e Geográficos. 

Depois o grupo expôs a definição de Almanaque como uma publicação anual e como um instrumento que fala sobre o tempo e como este é medido e mostra como este édecorrido. Foram colocados três exemplos deste tipo de fontes de Informação: o Almanaque Publicitário idealizado por Monteiro Lobato, o Almanaque Jovem cidadão e o Whitaker's Almanack. 

Após estas descrições citadas acima, eles colocaram uma definição geral de fontes de dados. Eles os consideraram objetos físicos que de alguma forma podem ser quantificados no formato de dados. 

E continua-se sua descrição ao definir especificamente os Dados Estatísticos como compilações temáticas periódicas que possuem várias funcionalidades  e citam a diferença entre os produtores deste tipo de fontes de informação e os classificam em públicos e privados. 

Para encerrar este tema, foram expostos os seguintes exemplos desta tipologia de fontes informacionais:  Anuários Estatísticos, Recenseamento Estatísticos, Bases de Dados; etc. 

A exposição termina com a explicação de Fontes de dados Geográficos. O grupo definiu-as como informações especializadas e geograficamente localizadas. Como exemplos delas foram pontuados mapas, atlas, globos, guia de viagens; entre outros. 

Já em 2018 houve uma perspectiva diferente. As bibliografias mudaram muito se comparadas ao ano anterior. Os seminários foram muito diferentes, tanto em ordenação como em conteúdo. 

O grupo começou com a descrição das Fontes de Dados Estatísticos. Ele se utilizou de um exemplo prático através da análise de estudos feitos na Biblioteca da Faculdade de Administração e Economia da Universidade de São Paulo para definí-las. Foi uma abordagem diferente do assunto e que acrescentou uma perspectiva bem interessante sobre as estatísticas ao colocá-las como algo que faz parte do cotidiano das pessoas. 

A exposição continua com a diferenciação dos órgãos que trabalham com fontes de dados estáticos. Eles foram classificados como  públicos como os feitos  IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) ou os feitos por instituições privadas como o Data Folha e o Ibope. Foi ainda colocado como exemplo de instituição internacional referência neste tipo de fonte de informação: a Divisão Estatística das Nações Unidas. 

Em relação aos Almanaques eles os definem assim como no trabalho anterior como algo que tem vinculação com a passagem do tempo e que serve mais como referência histórica. Interessante foi a citação dos primeiros Almanaques do Brasil - o Almanaque Biotônico Fontoura e o Almanaque Rock. 

As Fontes de Dados Geográficos foram expostas pelo grupo também através de exemplificações, porém em sua definição há um diferencial em relação ao ano anterior. Eles colocaram a importância e a relevância que este tipo de fonte de informação possibilita. Foram citados como exemplos delas os mapas, os atlas, os globos terrestres e os guias de viagens. 

Em 2019 a exposição sem dúvidas foi mais completa se comparada nos anos anteriores. O grupo iniciou o seminário com a definição de Almanaque. Para ele, este é um  livro montado com fragmentos de vários autores e que possui um gênero editorial de publicação. Deram ênfase aos seus exemplos de astronomia e navegação, mas também pontuaram outros tipos de Almanaques que podem ser encontrados no Brasil. 

Em relação às Fontes de Dados Geográficos, o seminário seguiu o padrão dos anos anteriores. Deram uma definição mais abrangente delas se comparada aos anos anteriores através do dicionário Houaiss de 2001, que as colocam como instrumentos ligados às dimensões e localizações espaciais. Dão como exemplos delas texto-padrão (de nível introdutório), guia de viagens, glossários, diretórios, mapas, atlas e publicações seriadas, etc. 

Em relação às Fontes de Estatísticos deram destaque para o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) como referência no Brasil de instituição que trabalha com este tipo de fonte de informação e os definem como os estudos realizados em período determinado que recompilam dados estatísticos. Encerram a exposição com exemplos delas e sua explicação em detalhes. Foram citados e destrichados os resenceamentos, os boletins estatísticos, os Anuários Estatísticos, relatórios anuais, bases de dados; etc. 

Por fim, pode-se depreender da análise dos seminários feita que todos os grupos conseguiram explicitar o tema proposto com objetividade e principalmente com exemplos que tornaram mais fácil o entendimento das tipologias de fontes de informações escolhidas. Compreender os aspectos dos Almanaques, Fontes de Dados Estatísticos e Fontes de Dados Geográficos é algo fundamental para se compreender o mundo em que se vive e adquirir novos saberes. 

REFERÊNCIAS 

Seminários realizados no Curso de Biblioteconomia da Universidade de São Paulo para a disciplina de Recursos Informacionais I. Foram tomados como bases os seminários dos anos de 2017,2018 e 2019. 

 


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