Análise de seminários de anos anteriores com o tema "Controle Bibliográfico e Bibliografias"


1. Objeto de análise 1: Seminário de 2016.2 de Flávia Sanches Silva e Juliana Aline Veroneze.

Disponível em <https://www.nexus.neoedu.com.br/files/atividades/2992/file1.pdf>. Acesso em 2 out 2020.

O grupo começa seu seminário apresentando diferentes definições assíncronas de “bibliografia”. Apresentam também sua função e objetivo.

Em seguida, somos apresentados a diferentes classificações de repertórios bibliográficos além de listagem com diferentes naturezas desses objetos. Os itens não são elaborados, possivelmente, havendo informações desenvolvidas através de exposição presencial do grupo. De forma semelhante, são listadas etapas do trabalho bibliográfico.

Seguimos para a apresentação do Controle Bibliográfico que aqui é apresentado diretamente como CBU, Controle Bibliográfico Universal e a apresentação de definição e características.

Fala-se da Agência Bibliográfica Nacional (ABN) e seus vários mecanismos de atuação como o Depósito Legal, Bibliografia Nacional, ISBD, catalogação na fonte etc. Aqui, ressalta-se a importância de uma Biblioteca Nacional e uma rede de bibliotecas bem estruturada.

Tratam de Controle Bibliográfico Especializado cujo objetivo “é a produção de bibliografias seletivas”. São citados alguns exemplos de agências que atuam nesse setor.

O grupo desenvolve um apanhado histórico de iniciativas bibliográficas desde a antiguidade até os últimos anos do século XX. Aqui, constam tanto a criação de bibliografias propriamente ditas quanto a criação de órgãos e instituições que tentaram promover o avanço da CBU.

O trabalho termina com a exposição de seis bibliografias e uma pequena ficha técnica sobre cada obra.

 

2. Objeto de análise 2: Seminário de 2017.2 de Camila R. de Araujo, Jéssica Oliveira e Sófia Eugenio.

Disponível em: <https://www.nexus.neoedu.com.br/files/atividades/3198/phpdswm7N_5a098dec8bf242_69988172.pdf>. Acesso em 2 out 2020.

O trabalho começa com definição e história do Controle Bibliográfico, dando ênfase ao trabalho de Paul Otlet e, posteriormente, da IFLA e UNESCO na criação do CBU.

São apresentados os diversos mecanismos de Controle Bibliográfico. Assim como em pontos do trabalho anterior, não há desenvolvimento dos tópicos no texto donde presume-se que essas informações foram apresentadas presencialmente. Bibliografias têm também sua definição, história e características apresentadas em seguida.

Na sequência, vemos a apresentação com detalhes técnicos da Biblioteca Florestan Fernandes, causando certo estranhamento por não deixar claro qual o propósito dessa apresentação.

Na parte seguinte do trabalho, o estranhamento se desfaz na medida em que são apresentadas diversas bibliografias e seu código de classificação, permitindo encontra-las na referida biblioteca. São dez obras bibliográficas que têm elementos descritos como propósito, alcance, arranjo, características extrínsecas etc.

 

3. Objeto de análise 3: Seminário de 2018.2 de Caio Almeida e Erick Uesagui.

Disponível em: <https://www.nexus.neoedu.com.br/files/atividades/3441/phpccTN0n_5bfd2e5c07fa34_93940959.pdf>. Acesso em 2 out 2020.

Tal qual trabalhos anteriores, este apresenta definições de Controle Bibliográfico retiradas do Dicionário de Biblioteconomia e Arquivologia de Cunha e Cavalcanti. Parte, então, para definição de níveis de Controle Bibliográfico (geral, particular e interno) para depois tratar da história.

A parte a seguir do trabalho fica um tanto confusa pois tratamos dos mecanismos de Controle Bibliográfico que ainda estão sob o cabeçalho de “definição”, voltando para “história” e depois retornando a “definição”. Além disso, é apresentada uma primeira página com três mecanismos pouco explorados para, na página seguinte, serem apresentados seis mecanismos (incluindo os três da página anterior) de forma melhor desenvolvida.

Por fim, voltamos ao cabeçalho “história” em que são citados órgãos importantes para o Controle Bibliográfico brasileiro como a Biblioteca Nacional, IBBD, CBL e outros.

Passamos às Bibliografias com as usuais divisões em Definição, Objetivo e História. Chegamos a um elemento pouco tratado nos trabalhos anteriores, o Planejamento Bibliográfico com as etapas de Diagnóstico, Pesquisa, Montagem e Prognóstico.

Fala-se de Normalização Bibliográfica e surgem tabelas com classificações e definições de bibliografias (estas últimas não muito claras).

Após uma rápida apresentação dos critérios de avaliação, são apresentadas 15 obras bibliográficas selecionadas com imagens, elementos de avaliação das bibliografias e ficha catalográfica.


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