Seminário 5: Base de dados de grandes grupos editoriais


O seminário explica que nas bases de dados de grandes grupos editoriais que se encontra grande parte dos repositórios de informações científicas. Se trata de grupos inseridos em iniciativas privadas que acumulam grande número de desenvolvimentos de publicações e comunicação científica. 

Sua trajetória iniciou-se em no século XVII quando a difusão científica passou a se dar através de periódicos. Com a avalanche informacional, no século XIX, as grandes editoras firmaram seu papel na produção científica. 

Os grandes grupos editoriais compõe o que pode ser chamado de oligopólio, um grupo que detém o domínio de uma determinada oferta de produtos. Exemplo disso é as empresas Elsevier, ACS, Springer, Wiley, Taylor & Francis e Sage, que detém desde os anos 1970 cerca de metade das publicações indexadas na na base Web of Science. Embora haja um controle de qualidade das publicações, a demanda por vezes é influenciada pelo mercado. 

Outros importantes fatores levantados pelo seminário é o modelo de produção científica global é caracterizado pela hierarquização de periódicos científicos, que são classificados de acordo com o fator de impacto. Dentro desta hierarquia se encontram as revistas pertencentes aos grandes grupos editoriais, que por sua vez cobram alto custo para publicação e para permissão de acesso. E por fim, as universidades financiam pesquisas por meio da assinatura de base de dados destes grandes  grupos.


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