Bases de dados Referenciais: Catalográficas e Bibliográficas


O primeiro seminário apresentado remotamente, devido à pandemia causada pelo novo Coronavírus, COVID-19, versou sobre o tema Bases de Dados Referenciais: Bibliográficas e Catalográficas e foi apresentado pelas alunas Júlia Hosino, Lígia Arcanjo e Natália Silva do período da manhã. Como não foi apresentado nenhum seminário no período da noite, a análise desse blog se dará sobre a apresentação do referido grupo da manhã.

O grupo inicia mostrando o que são bases e bancos de dados. Após isso, traça uma linha do tempo que inicia-se na Segunda Guerra Mundial, passa por Alan Turing, Guerra Fria, John Eckert e John Mauckly e chega na criação do IMS.

Mostram também a diferença entre uma base de dados bilbiográfica para uma base de dados catalográfica. Enquanto as primeiras incluem citações bibliográficas porventura acompanhadas de um resumo, as segundas representam o arquivo de uma biblioteca ou de uma rede de bibliotecas sem a indicação do conteúdo dos documentos.

Como exemplos de bases bibliográficas, foram apresentadas algumas bases importantes para o meio científico e acadêmico como a base Medline, referência para a área da saúde, pois traz os principais e mais recentes artigos publicados em dezenas de países. A base está disponível nos idiomas inglês, português e espanhol. Permite o acesso ao conteúdo mediante inscrição e utiliza-se nas buscas dos operadores booleanos.

Para a área das ciências exatas, também foi apresentada a base de dados IEEE XPLORE, que traz muitos documentos como revistas, anais de congressos, artigos acadêmicos, entre outros. Os materiais dividem-se em acesso aberto e outros com acesso restrito mediante inscrição na base. Os artigos encontra em-se em inglês. Opera também com os operadores booleanos e permite também uma busca avançada.

Como exemplo de base catalográfica, o grupo apresentou a INDEX COPERNICUS que traz revistas e periódicos científicos, disponíveis em polonês, inglês e russo. Apresentou também a SBU que é o sistema das bibliotecas da UNICAMP e, por fim, o sistema DEDALUS da USP.

O grupo realizou uma excelente pesquisa e trouxe, por meio de seus exemplos variados, um excelente panorama das bases de dados referenciais bibliográficas e catalográficas.


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