Internet das Coisas e Biga Data


        A aula dessa semana versou sobre os conceitos de Internet das Coisas e Big Data. Conceitos esses muito atuais, sobretudo em tempo de Ensino À Distância, por consequência da panddemia mundial causada pelo Coronavírus. Nesses tempos sombrios em que o contato humano tornou-se uma ameaça à saúde, as atividades antes presenciais, tornam-se, obrigatoriamente, à distância e a Internet torna-se uma importante ferramenta para realizarmos nossas tarefas do dia-a-dia.

        O termo Internet das Coisas é uma tradução do termo Internet of Things e descreve um cenário em que todas as coisas estão conectadas e se comunicam. Por exemplo, sua geladeira está conectada à Internet e envia uma mensagem para seu smartphone ou smartwatch para avisar que o leite está acabando e, portnato, é necessário comprar mais. Também é posível conectar sua conta de algum site de compras, como a Amazon, por exemplo, para que a mesma possa enviar para sua casa mais leite, por exemplo, sem que seja necessário você pedir. 

              O termo nasceu em 1999, quando Kevin Ashton, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), escreveu o artigo “As coisas da internet das coisas”. Para ele, a falta de tempo das pessoas gera a necessidade de se conectar a internet de novas maneiras, que permitem a criação de dispositivos que executam tarefas que não precisaríamos fazer. Esses dispositivos conversam por diferentes protocolos dentro da mesma rede, acompanham nossas atividades, armazenam informação e, a partir daí, nos auxiliam no dia a dia.

             O conceito de Big Data surge em 2005 e traduz para nós essa ideia de uma quantidade enorme de dados gerados. Com os smatphones sendo utilizados em grande escala, é possível utilizar os dados de rastreio de uma pessoa para, por exemplo, traçar perfis de consumo e oferecer propagandas em redes socisais, por exemplo. 

             Os insights retirados dos dados podem facilitar processos, reduzir custos e permitir uma empresa ser mais assertiva em suas negociações. Essas conclusões podem ser extraídas de três tipos de dados:

  • social data, que trabalha com informações geradas através da atitudes dos usuários na web;
  • enterprise data, pelas empresas através de registros de vendas, produção e os diversos processos de uma organização;
  • personal data, são dados gerados por gadgets como relógios, geladeiras, carros que são conectados à internet e podem trocar informações entre si. 

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