Banco de dados: este não é um jogo de azar!
Postagem realizada em: 10/03/2020 às 08:49:02 - Última atualização em: 10/03/2020 às 11:48:35
Autor: Aline Costa

No âmbito acadêmico tornou-se muito recorrente ouvirmos as palavras "base de dados" ou "banco de dados", seja em sala de aula, na biblioteca ou entre os colegas que já desenvolvem uma pesquisa. Porém, aqueles que são novos neste jogo de dados, podem não entender bem o que é isso. Desta maneira, vamos a algumas definições!
Por base de dados podemos tomar um conjunto dos mesmos, interrelacionados e dispostos de maneira a recuperar as informações neles contidas, o que nos leva ao banco de dados, no qual as bases sentam-se confortavelmente, agrupando-se em conjunto também. Claro está que após sabermos o significado de algo, como processo natural, vem a pergunta seguinte: e qual a sua importância / utilidade?
A resposta para isso é fundamental para entendermos o papel desempenhado por esse importantíssimo apoio acadêmico na atualidade: a informação é encontrada de maneira muito mais rápida, fácil, com garantia de confiabilidade da fonte, permitindo o gerenciamento de tudo que está ali disponível. E agora que já sabemos um pouco sobre a identidade do banco de dados, também se faz importante o questionamento seguinte: mas como surgiu?
As bases pioneiras nasceram em berço norte-americano e a uma das primeiras citadas nas literaturas especializadas é a do Bureau of census, constituída de dados numéricos. O traço comercial em sua utilização teve início nos anos 60, culminando nos Sistemas de Gerência de Base de dados relacionais nos anos 70, sendo estes populares até hoje. Como exemplo importante para esta década podemos citar a criação da base de dados MARC da Library of Congress, em 1969.
De seu uso em formato de CD-ROM, em 1986, até o alcance da globalização da informação, graças aos milhões de computadores ligados em rede, ainda tem muita história para contar. Mas isso vai ficar por conta de sua curiosidade, leitor, ou quem sabe de um próximo post...