João Vasques Neto - Noturno - 2018
Postagem realizada em: 07/05/2018 às 21:26:08
Autor: João Vasques Neto
Relatório do seminário sobre bases de dados numéricos
No começo se apresenta um breve histórico: as primeiras bases de dados são as bases de dados numéricas pois, precisava-se sistematiar os dados obtidos por censos demográficos e por pesquisa de mercado.
Em 1951 nasceu a primeira base de dados do Bureau of the Census, setor do departamento de Comércio responsasavél por realizar o censo Norte-amaericano.
Depois o grupo disse que dividiu as bases de dados em bases de dados estatísticos e bases de dados geográficos; os dados estatísticos informam dados quantitativos e são feitos de maneira sistemática; os dados geográficos divulgam informações relativas ao ambiente físico da Terra, recursos naturarais e easpectos economicos e sociais Os principais pontos que foram analisados nas bases são: funcionalidades, usos, alcance geográfico, interface da base, organização dos dados e facilidade de navegação.
Primeira coisa mostrada foi o catalógo de bases de dados disponibilizado pela Prefeitura da cidade de São Paulo em que é disponibilizada a sigla, o nome, a que orgão é ligado, o assunto que a base se refere e etc. Ele existe para cumprir a lei de transparência e acesso a informação.
Começou se mostrando as bases de dados internacionais, a primeira sendo a base de dados estaísticos da ONU/UNESCO. Tem como funcionalidades: cartogramas, tabelas, gráficos e etc. Possue várias bases numéricas e de diversos assuntos e é uma base de dados para gerar boletins e relatórios de assuntos bem diferentes de todas as regiões do planeta.Foi constatado que a base não é uniforme e intuitiva, cada tipo de informação mostra uma disposição diferente.
A segunda base foi uma base de dados sobre geografia e geologia. Possui uma ferramenta para conseguir acessar dados em tempo real como vulcões, terremotos e outros fenomênos da natureza; disponibilizando uma visualização científica das informações. É um site intuitivo, onde leigos sobre o assunto podem achar facilmente informações.
Base de cartografia da IGN foi a terceira base. Ela é uma base de dados francesa que consegue disponibilizar, também, visualização científica. Mostra mapas e fotográfias aéres de diversas épocas da história.
Logo após foi a basedo censo dos EUA. Ela possui um vídeo para ensinar o usuário a interagir com a base, a primeira a possuir isso. Ela dá dadossobre apopulação ecomércios emque além de fornecerinformações, ajuda a alguém abrir um negócio,seja ele pequeno (municipal) ou grande (estadual).
Entrando nas bases de dados brasileiras, começa com o SIDRA / IBGE. O tutorial em vídeo é lento e não ajuda o usuário. A interface é confusa mas, é bem completa em termos de dados.
A outra base foi a da SEADE (Sistema Estadual de Analise de Dados), uma base sobre o estadao de São Paulo. Possui um tutorial em texto. Eles chamam de produtos os dados sobre os diversos orgãos do estado de São Paulo para fornecer todo o tipo de dado referente a geografia. É muito informativo pois as informações são de fácil visualização para o público e conta com infográficos, tabelas, gráficos facéis de se ler e etc.
A base de dados do DIEESE, é sobre emprego e desemprego. Considera gênero, raça, idade e etc. Depois a base da ANAC foi mostrada e a da CEM (Centro de Estudos Migratórios) e por último a dos Indicadores da criminalidade do Estado de São Paulo que mostra vários tipos de crimes em todas as cidades do Estado.
Mostrando essas bases foi evidenciado que a maioria carece de um trabalho de bibliotecários para mehorar a interface e o acesso à informação.