Postagem realizada em: 29/02/2016 às 21:48:58 - Última atualização em: 30/11/-0001 às 00:00:00
Autor: Ana Carolina Rodrigues do Prado
No dia 29 de fevereiro, a docente iniciou a aula explicando a diferença entre as bases de dados e os bancos de dados, assim como os critérios de avaliação pertinentes às primeiras.
Como ao longo do semestre os seminários temáticos tratarão de explicitar as características de diferentes bases de dados nacionais e internacionais, foram apresentados vídeos que nos ajudam a compreender como os grandes disseminadores de informação e ciência atuam na internet e as diferentes linguagens adotadas (interfaces, mecanismos de buscas, ferramentas online, por exemplo).
No vídeo "Information Evolution", de autoria de Michael Wesch, há a preocupação de trazer de forma sucinta como a internet e o computador pessoal invertem a produção e recebimento de informação nesse universo.
A troca e capacidade de compartilhamento se dá de forma rápida, também os receptores conseguem acessar e responder de forma imediata. Assim, ao mesmo tempo que a tendência seja usar as novas tecnologias da informação intuitivamente, também há uma renovação nas lógicas do registro, organização e recuperação de dados.
Assim como o vídeo traduz a capacidade do "pessoal" e do "subjetivo" a cada mensagem postada, também reflete a oferta emergente (e sempre reciclada) de produtos disponíveis online. Esse panorama também evoca a necessidade de adaptação a novos ambientes e interfaces em um ritmo cada vez mais acelerado.
Ou seja, a informação, embora hoje mais acessível e econômica (em alguns aspectos), ela exige níveis cada vez mais elevados de "literacias" em ambientes diversos para realização de atividades diversas (contexto acadêmico, pessoal, entre corporações e países).
Como ao longo do semestre os seminários temáticos tratarão de explicitar as características de diferentes bases de dados nacionais e internacionais, foram apresentados vídeos que nos ajudam a compreender como os grandes disseminadores de informação e ciência atuam na internet e as diferentes linguagens adotadas (interfaces, mecanismos de buscas, ferramentas online, por exemplo).
No vídeo "Information Evolution", de autoria de Michael Wesch, há a preocupação de trazer de forma sucinta como a internet e o computador pessoal invertem a produção e recebimento de informação nesse universo.
A troca e capacidade de compartilhamento se dá de forma rápida, também os receptores conseguem acessar e responder de forma imediata. Assim, ao mesmo tempo que a tendência seja usar as novas tecnologias da informação intuitivamente, também há uma renovação nas lógicas do registro, organização e recuperação de dados.
Assim como o vídeo traduz a capacidade do "pessoal" e do "subjetivo" a cada mensagem postada, também reflete a oferta emergente (e sempre reciclada) de produtos disponíveis online. Esse panorama também evoca a necessidade de adaptação a novos ambientes e interfaces em um ritmo cada vez mais acelerado.
Ou seja, a informação, embora hoje mais acessível e econômica (em alguns aspectos), ela exige níveis cada vez mais elevados de "literacias" em ambientes diversos para realização de atividades diversas (contexto acadêmico, pessoal, entre corporações e países).