Postagem realizada em: 11/05/2015 às 22:02:27 - Última atualização em: 30/11/-0001 às 00:00:00
Autor: Dori Edson Belo da Silva
Ainda que o seminário de hoje apresentasse um formato mais simples do que o de uma exposição sobre o mesmo tema que assisti, em um semestre anterior, alguns dados apresentados pelas colegas de sala se revelaram bem interessantes. Não apenas foi mostrado um histórico bem didático da evolução dos principais buscadores virtuais (como o Google e seus congêneres) como também foram mostradas algumas das mais recentes ferramentas de apoio do próprio Google (entre elas, um formatador de tabelas de dados que impressionou a própria professora). Um aspecto que, na mesma aula, também me pareceu revelante foi a questão dos direitos autorais na Internet - tema que, aliás, foi mais abordado pela própria professora do que pelas alunas - o que, de certa forma, pode nos tocar mais de perto, como evidentes pesquisadores de futuros assuntos na rede virtual. Mesmo em nossas buscas mais casuais, seja procurando uma boa fonte de dados para um trabalho escolar, ou mesmo um site de entretenimento que exiba trechos de algum filme ou programa de tevê favorito, sempre podemos nos deparar com algum aspecto legal que restrinja, ou até mesmo proíba, o acesso a determinadas fontes de informação. Tanto isso é comum em nossas buscas na Internet, que não é raro nos depararmos com a impossibilidade de acessar determinadas fontes de dados referentes a obras literárias, textos de nível mais acadêmico, vídeos, imagens e ainda muitos outros. O que, como em nossas postagens anteriores, sempre acaba por suscitar questões, por assim dizer, bem "apetitosas" para os debates de nossa disciplina. Entretanto, convém lembrar aqui a frase, sempre citada pela professora, do economista americano Milton Friedman: "Não existe o almoço grátis" (à qual se poderia acrescentar ainda, uma frase que eu sempre dizia, lá em casa, sobre qualquer situação semelhante: "Quando a esmola é demais, o santo não só desconfia, como também passa recibo ao portador"). Ou seja: a praticidade de recursos sempre esbarrará em uma infinidade de questões que envolvem, não apenas a propriedade privada de dados e informações, como também os direitos dos próprios conglomerados que fornecem tais gêneros de recursos. Afinal, a acessibilidade - em alguns casos, fácil demais - a diversas ferramentas informacionais na Web pode, em muitos casos, e mesmo direta ou indiretamente, prejudicar uma infinidade de envolvidos - desde autores de obras literárias e projetos científicos, passando até por empresas, entidades governamentais e instituições de nível acadêmico.