Optei, a título de exepriência, por utilizar o próprio Google como forma de localizar algum facilitador para o acesso à base de dados que vimos hoje, em nossa aula. Curiosamente, consegui encontrar uma versão em português das páginas vistas hoje (segue o endereço na Web:http://apps.webofknowledge.com/UA_GeneralSearch_input.do?product=UA&search_mode=GeneralSearch&SID=3BQPYkmGm4YZFQURoVl&preferencesSaved=) e tentei, a partir daí, buscar alguns termos mais gerais, como forma de um primeiro contato informativo. Curiosamente, a busca por alguns vocábulos mais simples (psicoterapia, café, borracha - e até mesmo ciências da informação) trouxe bons resultados, sendo alguns até em formatos multilíngues (com títulos em mais de dois idiomas). O que a partir daí, pode nos levar a uma reflexão semelhante à da semana anterior: a grande sofisticação técnica de tais bases de dados contrasta vivamente com a própria dificuldade de manuseio que as mesmas apresentam, tanto para o usuário leigo quanto para o mais profissional - algo bem perceptível também na respectiva apresentação de nosso colega, agora há pouco: mesmo com todas as sugestões de busca da professora, alguns atalhos e ferramentas da Web of Science simplesmente não abriam ou então não traziam resultados satisfatórios. E isto se levarmos em consideração que a apresentação do seminário em questão foi muito boa, com slides apresentados em termos claros e bem redigidos, e com divisões de referência ao assunto muito bem detalhadas.

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