O conteúdo de hoje estava relacionado com a evolução da Internet dos anos 1990 até a atualidade, com destaque para o aprimoramento dos buscadores. Antes, eles funcionavam através de buscas em diretórios. Após o surgimento do Google, passaram a operar através de algoritmos, automatizando o funcionamento da busca.

Para complementar o exposto em aula, realizei uma pesquisa sobre copyleft. Os trechos a seguir foram reproduzidos do artigo “Copyleft e licenças criativas de uso de informação na sociedade da informação” de Lima e Santini:

“Os defensores dos softwares livres entendem que liberdade e compartilhamento são as bases da criatividade e inovação. A acumulação de saber e seu livre compartilhamento são elementos importantes na determinação dos ritmos de criação, inovação e produção de bens imateriais. [...]

Os bens materiais, para serem produzidos em quantidade, requerem estoque de recursos materiais que são finitos e que sofrem o fenômeno da escassez.

O software pode ser copiado muitas vezes [...]. O seu valor tende a aumentar em função do crescimento do número de usuários. Além disso, quando se compartilha saber ou informação não se perde aquilo que se possui. A velocidade no desenvolvimento e a qualidade de softwares livres comprovam que pode ser obtida maior criatividade quando se compartilha informação e se produz de modo colaborativo.”

[...]

Copyleft:

“O copyleft é uma relação contratual construída a partir da legislação do copyright [...]. Pode ser definido como a licença que:

1) autoriza a derivação de trabalhos subsequentes de um trabalho original, sem a permissão do proprietário protegido por direitos autorais;

2) concede a autorização para trabalhos derivados, requerendo que estes também sejam autorizados pela licença de copyleft do original.

O copyleft autoriza e assegura recursivamente um tipo de “liberdade” de uso. As cláusulas especiais desta relação contratual formam uma espécie de coluna vertebral funcional de uma infinidade de licenças de uso.”

[...]

Creative Commons:

“O Creative Commons tem por finalidade desenvolver licenças que possam ser usadas por qualquer pessoa ou organização, para que seus trabalhos venham a ser disponibilizados para uso, cópia, disseminação e recriação. A criação de uma rede contratual de produtores e usuários de sistemas e conteúdos permite que se compartilhem seus trabalhos pela Internet.

[...]

É necessário entender que o Creative Commons como dirigido principalmente a autores que tem interesse predominante na circulação ampla de sua obra. O CC também responde àqueles autores que possuem posições bem estabelecidas e querem opção de publicidade para suas obras desvinculadas da indústria cultura (editores, produtores e outros).”

[...]

Para ler o artigo completo acesse:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-19652008000100011&lng=en&nrm=iso&tlng=pt


Referência:

De Lima, C. M.; Santini, R. M. Copyleft e licenças criativas de uso de informação na sociedade da informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 37, n.1, p. 121-128, 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-19652008000100011&lng=en&nrm=iso&tlng=pt> Acesso em: 24 mar. 2014



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