O Guia do IEB procura favorecer a pesquisa a estudantes de ciências humanas nas áreas de Artes visuais e plásticas, como também de História por meio de apresentação de algumas obras secundárias encontradas nesse instituto. Antes das obras, a autora do guia apresenta o d IEB, quanto a sua história, seus objetivos e seu acervo. Duas imagens desse instituto- uma externa da fachada, e outra interna, do acervo- dão uma visão geral do local pesquisado. Detalha sobre a constituição desse, bem como seu uso pelo consulente ( bastante peculiar). Traz uma pequena teoria sobre o recorte temático escolhido: "Arte acadêmica, o Modernismo e a Fotografia.", além de justificar a escolha pelo local e orienta o leitor desse guia à utilização do mesmo. Seis fichas bem detalhadas situam o público quanto aos materiais aos quais se referem: três dicionários, duas bibliografias e um guia: O Guia do Museu de Belas Artes. As considerações finais e as referências das obras utilizadas no guia fecham esse trabalho. Pontos fortes: a escolha do local já que, o guia nos mostra, que o acervo do IEB é restrito no horário para utilização, no manuseio ( não há livre acesso às prateleiras, nem à quantidade de obras solicitadas para consulta), e na não-permissão da retirada de obras. Assim, possibilita ao leitor uma otimização do tempo. Inclusive, atinge, assim, o objetivo deste guia, o que também pode ser visto como outro ponto positivo. A teoria sobre o recorte é de grande utilidade, numa dose suficiente ao trabalho e ao público pode ser apontado como um terceiro ponto positivo. Pontos frágeis: O tópico " Considerações finais" poderia ser mais bem explorado. Além disso, o tópico 2.1, intitulado "Por que o IEB?" inicia justificando como uma escolha pessoal e continua centrado-o no leitor, o que não deixa claro, a que pergunta o item pretende responder.

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