Comentário sobre o Seminário Literatura Cinzenta

 

            O termo Literatura Cinzenta surge, no século XIX, pela cor da página ou capa de uma “obra”, e designava a dificuldade de encontrar certos tipos de texto.

            Vários são os tipos de literatura designados por cores:

  1. Branco: documentos oficiais.
  2. Amarelo: fotonovelas.
  3. Azul: relatórios oficiais.
  4. Preto: documentos fiscais.
  5. Cinza: difícil localização/acesso; qualidade duvidosa.
  6. Vermelho: livros que destacavam espécies venenosas.

 

A literatura cinzenta no século XX e XXI não mais designa, em sua totalidade, materiais de qualidade duvidosa ou difíceis de localizar. Também não precisa estar ligada a Academia e é importante forma de divulgação da comunicação científica. É a literatura cinzenta que proporciona a possibilidade de validação de um método usado em uma pesquisa pelos seus pares. O termo também informa o canal de publicação dessas obras, por serem obras de canais de comunicação informais, ou seja, não são distribuídas e produzidas por editoras.

São exemplos de literatura cinzenta: trabalhos de conclusão de curso, catálogos de exposição, regimentos internos, literatura comercial, boletins, anuários, comunicações privadas, apostilas, teses e dissertações.


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