No início da aula comentamos postagens anteriores e, em seguida, foi reformulado o cronograma de aulas.

Os colegas Leandro e Danilo apresentaram o seminário sobre Bases de Dados Referenciais. Definiram o que são bases de dados e bancos de dados. Foram expostos os inúmeros objetivos das bases de dados.

O breve histórico das bases de dados foi datado, segundo o grupo, na década de 40 no contexto da Segunda Guerra Mundial.  Em 1967, surgiu o primeiro sistema bibliográfico que proporcionava o intercâmbio de dados por meio de fitas magnéticas, o MEDLINE, desenvolvido pela Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA. A ARP Anet, na década de 70, implementada pelo Departamento de Defesa dos EUA foi a antecessora da internet. Na década de 80, os sistemas operacionais se tornam mais baratos e consequentemente houve uma maior popularização do uso de computadores. Em 1986, surgem as primeiras bases de dados no formato de CD-ROM. No final dos anos 90, as bibliotecas ofereciam serviços de bases de dados eletrônicas, no entanto, a interface gráfica era ainda inexperiente.  Atualmente, o conceito de bases de dados pode ser desenvolvido por qualquer cidadão e não somente por grandes conglomerados.

Classificaram os diferentes tipos de bases de dados (referencias, catalográficos,  diretórios,  fontes) e a cobertura temática (científica-tecnológica, econômica, etc). Outro aspecto muito importante discutido foi os critérios de avaliação de bases de dados. São fundamentais para a estruturação e análise das informações contidas.

Dentre várias questões sobre os produtores de bases de dados, gostaria de destacar a questão de autoria e credibilidade da fonte, pois a maioria dos conhecimentos produzidos pelos seres humanos parte de conhecimentos anteriores e se estes não têm uma estruturação consolidada, não é possível um desenvolvimento seguro da humanidade.

A segunda parte do seminário abarcou sobre a conceituação de patente, os requisitos necessários, avaliação, processo de obtenção, custos, etc.

 

 


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