Postagem realizada em: 14/03/2011 às 11:30:59 - Última atualização em: 30/11/-0001 às 00:00:00
Autor: Ana Luisa Souto Dubra
Atualmente, vivemos na era do grande volume informacional, entretanto, deve-se ter o cuidado com tais informações. Na sua maioria, as informações que chegam a nós a todo o momento não passam por uma mediação. Essa situação se torna um problema para quem acredita que o conteúdo da internet é o mais válido a seguir. É empobrecedor pensar que podemos encontrar tudo na internet, de fato até podemos encontrar. Mas, a grande problemática a ser enfrentada é a confiabilidade de tais conteúdos.
O comportamento dos indivíduos na nova era informacional é o de construir e colaborar na tessitura de espaços considerados como meios de massas. Ou seja, todos têm acesso às redes sociais e aos coletivos digitais no processo de construção do conhecimento. O que parece ser enriquecedor por um lado, torna-se um agravante. Podemos acessar conteúdos na Wikipedia que foram elaborados, alterados e editados das mais variadas formas e tudo sem uma autoria concreta.
Com esses problemas postos em relação aos meios de comunicação digital é que a questão da mediação vem sendo refletida pelos mais diversos pesquisadores. Coloca-se, hoje, a figura de um profissional responsável pela ligação entre o enunciador e o destinatário.
Referências
PASSARELLI, Brasilina. Do Mundaneum à WEB Semântica: discussão sobre a revolução nos conceitos de autor e autoridade das fontes de informação. DataGramaZero - Revista de Ciência da Informação, v.9 n.5 out 2008. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/out08/Art_04.htm>. Acesso em 14 de março de 2011.
SILVA, Armando Malheiro da. Mediações e Mediadores da Ciência da Informação. Prima.com, n.9, 2010. p.1-37. Disponível em: <http://prisma.cetac.up.pt/Prisma.Com_n9-Mediacao_e_mediadores_em_Ciencia_da_Informacao.pdf>. Acesso em 14 de março de 2011.