Postagem realizada em: 16/08/2010 às 09:42:20 - Última atualização em: 30/11/-0001 às 00:00:00
Autor: Edson Alves Santana
Recursos informacionais I - Aula 3 - 16/08/10
Aluno: Edson Alves Santana n.USP. 2513281 - Biblio-matutino
Discutiu-se hoje sobre o desenvolvimento dos recursos informacionais e a importância do processo de comunicação para a difusão da informação. Os meios de comunicação são uma extensão do homem, assim buscou-se, desde sempre, aprimorar esses recursos. Primeiramente o homem fazia uso da comunicação verbal, passando depois para uma comunicação visual e escrita. Temos assim o desenvolvimento da palavra impressa com os livros e posteriormente com as revista eletrônicas. Já no final do século XIX o homem dá um grande salto com a criação de outros meios de comunicação. Temos o telefone, que permite assim a comunicação à distância entre as pessoas, há também o telégrafo que permitia a transmissão de mensagens quase de forma simultânea. Depois vem o cinema, o rádio e já no meio do século XX a televisão.
Com o rádio e a televisão surge a possibilidade de uma mensagem, emitida de um lugar, chegar a várias regiões do planeta.
Com as grandes guerras do século XX, a corrida por informação torna-se vital, percebe-se que quem dominava a informação poderia dominar o mundo. Assim cria-se computadores, com o poder de processar os dados matemáticos de forma muito mais rápida. Já no meio impresso percebe-se que o modo convencional de transmissão da informação, a chamada "literatura branca" não é a mais eficiente para isso. Dessa maneira, cria-se o que se convencionou chamar de "literatura cinzenta". Essa literatura cinzenta fazia uso de métodos não-convencionais para a transmissão da informação, como as teses e dissertações, relatórios de pesquisas e relatório de resultados de pesquisas. A informação assim torna-se mais instantânea, já que não necessitava de toso os tramites para sua publicação.
Os métodos não-convencionais tornam-se assim, hoje em dia, vitais para a transmissão do conhecimento, principalmente em determinadas áreas, onde o interesse de publicação de suas pesquisas é mínimo. No âmbito universitário torna-se vital a dita “literatura cinzenta” .